sexta-feira, 16 de junho de 2017

Na íntegra!


O Jornal Bom Dia Minas, pela TV Globo Minas, também convidou o psicólogo Rogério Salgado, especialista em dependência química e sócio da Gênesis – Centro de Tratamento da Dependência Química para explicar como acabar com o hábito de fumar e os malefícios do cigarro. Confira!




sexta-feira, 9 de junho de 2017

Na íntegra!

A equipe do Programa Destrave, da TV Canção Nova, conversou com o cirurgião endoscopista Bruno Sander e a nutricionista Bruna Prade, do Hospital Dia Sander Medical Center, em BH, sobre as formas de tratamento do sobrepeso e da obesidade. Confira a entrevista completa!







quinta-feira, 8 de junho de 2017

Na íntegra!

Se você perdeu a participação do psicólogo Rogério Salgado, no programa Brasil Urgente Minas, pela TV Band, sobre como acabar com o hábito de fumar, confira a entrevista completa, agora!



segunda-feira, 5 de junho de 2017

TV Horizonte - Como tratar o Tabagismo - Dr Rogério Salgado

O psicólogo Rogério Salgado, especialista em Dependência Química foi convidado pelo Programa Horizonte Notícias, na TV Horizonte para explicar como tratar o Tabagismo. Confira a entrevista completa!


terça-feira, 30 de maio de 2017

Brasil Urgente Minas - Os cuidados com a pele durante o frio

Olá! Para quem perdeu a participação da dermatologista Joana Barbosa no programa Brasil Urgente Minas, na TV Band, na última semana, dando dicas sobre os cuidados com a pele durante o frio, assista a entrevista na íntegra acessando o link abaixo. Confira!

segunda-feira, 29 de maio de 2017

29 de Maio - Dia da Saúde Digestiva

A data vem para lembrar a população sobre a importância do diagnóstico correto e precoce no tratamento das doenças do aparelho digestor.


Hoje, dia 29 de maio, é comemorado o Dia Mundial da Saúde Digestiva e para alertar a população é criada anualmente uma campanha de conscientização. Neste ano o tema escolhido pelo World Gastroenteroloy Organization (WGO) é a “Doença Inflamatória Intestinal (DII)”. 

O gastroenterologista Bruno Sander, cirurgião endoscopista e diretor do hospital dia Sander Medical Center, em Belo Horizonte, explica que a doença inflamatória intestinal (DII) está relacionada à uma série de condições que envolvem inflamação do sistema digestivo, especialmente o intestino. “Trata-se de uma condição crônica (contínua) que resulta em inflamação e, algumas vezes, causa danos à estrutura dos intestinos. Ela ainda apresenta dois tipos principais: a retocolite ulcerativa e doença de Crohn, que afetam partes diferentes do intestino e resultam em sintomas levemente diferentes”.

De acordo com o especialista, as causas da doença são desconhecidas e envolvem diversos fatores. “Provavelmente, existirá uma tendência genética que, ao interagir com fatores ambientais, desencadeia uma resposta imunológica descontrolada e provoca o processo inflamatório crónico intestinal. O tabaco tem sido associado ao desenvolvimento de Colite Ulcerosa. Mas, qualquer pessoa pode desenvolver a doença, independentemente do gênero, raça ou idade”, afirmou Sander.

Sintomas e Tratamentos 

Segundo o médico, as manifestações da DII são diferentes para a Colite Ulcerosa e para a Doença de Crohn. “O sintoma mais comum no caso da Doença de Crohn é a dor abdominal, que pode estar associada a diarreia, hemorragia, perda de apetite, perda de peso, fraqueza, fadiga, náuseas, febre e anemia. Já na Colite Ulcerosa os pacientes apresentam diarreia com sangue associada a cólicas, cansaço, perda de apetite e perda de peso”, alertou.

Em relação ao tratamento das doenças digestivas, o especialista garante que pode ser medicamentoso e/ou cirúrgico, mas que dependerá do tipo e da extensão da patologia. “O alívio dos sintomas pode ser obtido mediante o uso de medicamentos anti-diarreicos, anti-espasmódicos ou fármacos que ajudem a absorção alimentar. Todos estes medicamentos devem obedecer a uma prescrição médica”, ressaltou o gastroenterologista.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Dependência química: qual o momento de buscar uma internação?


Especialista explica quais sinais que devem ser observados para avaliar quando a internação é necessária.

Quando uma pessoa se envolve no mundo das drogas, a família passa a viver uma inconstância. Em casos extremos de dependência, na busca por ajuda, muitas famílias optam pela internação do individuo, mesmo estando em dúvida se é o correto a se fazer. O psicólogo clínico Rogério de Souza Salgado, especialista em dependência química, explica que a internação não é um tipo de tratamento, mas, sim, uma intervenção. “A internação é uma medida que visa, em determinadas situações, o afastamento do paciente do seu meio (e disponibilidade de acesso à droga) preservando sua integridade física e mental”.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) alguns critérios devem ser avaliados para a internação do paciente, como: ameaça de suicídio ou comportamento autodestrutivo; ameaça a integridade física de terceiros; sintomas psiquiátricos graves (psicose, depressão); complicações clínicas importantes e pacientes que não resistem a nenhum período de abstinência.

Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), na RESOLUÇÃO RDC 101 de 2001, possui como referência, o que chamou de critérios de elegibilidade para internação, que especifica, pelo grau de gravidade (leve, moderado ou grave) a estrutura que deve ter o serviço de internação.
Internação voluntária: quando o paciente está disposto a submeter-se por escolha ao confinamento, ele será recebido e poderá interromper o tratamento a qualquer tempo (respeitando alguns critérios pré-estabelecidos e aceitos por ele);
Internação involuntária (contra a vontade do paciente): exige-se uma avaliação psiquiátrica que irá definir a necessidade e adequação da medida e um familiar assume a responsabilidade pelo paciente;
Internação compulsória: definida pela justiça.

A importância da família no tratamento

Nas três processos de internação, o especialista garante que o papel da família é fundamental para o paciente, pois ela frequentemente oferece o ambiente (propício ou nocivo à recuperação), em que o paciente encontra apoio ou sobrecarga, sendo uma internação voluntária ou não. “Ao tratarmos um dependente, a família deve ser envolvida e diagnosticada a sua relação com ele”, completou Salgado.

Além da internação, o psicólogo cita outras possibilidades de tratamentos que podem ser realizadas como o atendimento ambulatorial (em liberdade) intensivo ou extensivo, psicoterapia individual ou de grupo, atividades reflexivas que envolvam diversos profissionais como psicólogos ou terapeutas ocupacionais e o uso de medicamentos com participação de médico psiquiatra. “O período de duração do tratamento dependerá de diversos fatores a serem avaliados. Contudo, pode ter duração de dias ou meses, isso dependerá dos fatores a serem analisados e de cada programa terapêutico proposto”, orientou Rogério.