quinta-feira, 28 de junho de 2012

A importância do uso de anestésicos para o bem estar dos pets

Especialista esclarece todos os mitos e verdades sobre o uso de anestesias durante procedimentos cirúrgicos em animais de estimação.
Geralmente, quando um animal de estimação precisa se submeter a uma cirurgia, existe a preocupação do dono em relação ao uso da anestesia e como será sua reação ao procedimento. Apesar dos mitos que cercam essa questão, o veterinário da clínica Professor Israel, Dr. Luiz Fernando Lucas Ferreira, orienta que para os donos se sentirem mais tranquilos é importante saber quem é o profissional responsável pelo procedimento e os recursos que estarão disponíveis para monitorar o pet enquanto estiver anestesiado.
Ele afirma que todo processo cirúrgico deve ser realizado com o uso de anestésicos para o próprio bem estar dos animais. Além disso, esse processo já está bastante desenvolvido, permitindo ao veterinário utilizar vários métodos diferenciados, de acordo com cada caso ou paciente.
Segundo o especialista, podem ser utilizadas técnicas de anestesia local, dissociativa, geral endovenosa ou inalatória. “No caso da remoção de uma verruga, por exemplo, usamos somente uma anestesia local, já em casos de animais mais agitados é necessária uma sedação. Mas, quando há uma cirurgia mais complexa como redução de fraturas, é necessário o uso de uma anestesia geral”, esclarece.
O médico ressalta que não há nenhuma contraindicação para o uso de anestesias e que durante a recuperação do animal, deve-se monitorá-lo constantemente. “É importante observar a temperatura do pet, já que a anestesia tende a deixar os animais mais frios e a dor pós-operatória, que se não forem usados medicamentos analgésicos, o paciente pode sentir muita dor em alguns casos”, disse o veterinário.
Luiz Fernando Lucas Ferreira - Médico Veterinário e Mestre em Cirurgia pela Escola de Veterinária da UFMG. Atua nas áreas ortopedia, oftalmologia, cirurgia geral, laserterapia e fisioterapia na clínica veterinária Professor Israel.
Informações:

Rua Raul Pompéia, 54 - São Pedro -BH/MG
Tel.:(31)3281-5242

terça-feira, 26 de junho de 2012

Balão Intragástrico ajuda pacientes diabéticos a perder peso

Especialista fala sobre o uso do balão intragástrico por pacientes diabéticos e seus benefícios para a saúde e qualidade de vida
A gordura corporal ou massa gorda é muito ruim para os pacientes diabetes e quem deseja tratar a obesidade ou preveni-la. Com a diminuição dessa gordura, a utilização de insulina pelas células torna-se mais eficaz. Por isso, o uso do Balão Intragástrico é indicado para os diabéticos, desde que tenham o índice de massa corporal (IMC) maior que 27.
O gastroenterologista, especialista em Balão Intragástrico, Dr. Bruno Sander, explica que assim como em outros pacientes, com a perda de peso ocorre um controle mais fácil dos índices glicêmicos, redução das doenças e morbidades associadas ao diabetes, além de em alguns casos, até mesmo o controle total da doença.
Ao contrário dos outros procedimentos para a obesidade, o balão é colocado através da endoscopia digestiva alta (método não cirúrgico). “Trata-se de um procedimento ambulatorial no qual o paciente recebe uma leve sedação e é realizada uma endoscopia digestiva para acompanhar o posicionamento do dele dentro do estômago e seu preenchimento”, esclarece o médico.
O tratamento dura em média seis meses, mas pode-se deixar um pouco mais, dependendo da necessidade individual de cada paciente. A retirada é realizada através de endoscopia, onde o balão é esvaziado no interior do estômago e retirado com instrumentos especiais através do esôfago, ou seja, o caminho inverso ao da colocação.
Ele alerta que durante todo o período que o paciente diabético estiver usando o Balão, é preciso manter um acompanhamento com um endocrinologista e fazer exames regulares de glicemia. “Também é fundamental o acompanhamento nutricional, mesmo antes de colocar de iniciar o tratamento. Além do apoio psicológico para otimizar a perda de peso, auxiliar na mudança dos hábitos alimentos e, principalmente, na manutenção do peso perdido após o procedimento”, diz.
Dr. Bruno Sander – Médico cirurgião, especialista em gastroenterologia, endoscopia digestiva alta e em introdução e retirada de Balão Intragástrico. É responsável pela clínica Sander, em Belo Horizonte.

Informações:
Clínica Sander
Contatos: (31) 8508-5000 ou 3588-1155

27 de junho - Dia Internacional do Diabético

Atividade física bem orientada pode ser a chave para um tratamento diabético bem sucedido
Atividade física, prevenção e tratamento de diabetes têm muito em comum. Quando praticamos qualquer esporte, nosso organismo utiliza o açúcar disponível no corpo “a glicose”, como fonte de energia para os músculos. Este mecanismo necessita de um hormônio produzido pelo pâncreas chamado insulina. Quando há uma deficiência de insulina no corpo e um aumento acima do normal de glicose no sangue, ocorre o tão conhecido diabetes.
Num primeiro momento, o exercício regula a quantidade de açúcar no sangue, já que os músculos consomem mais esse carboidrato e o efeito pode se prolongar por horas, ou até mesmo dias, depois do exercício. Logo depois, ocorre a diminuição da gordura corporal, além do aumento da concentração de HDL, também chamado de colesterol bom e diminuição de LDL ou colesterol ruim.
Mas, o especialista em medicina esportiva e diretor da clínica Da Matta Fisio, Dr. Octacílio da Matta, alerta que antes de começar a se exercitar é importante que o paciente saiba que o tipo exercício e a intensidade dependem do seu estado de saúde. Portanto, o paciente com diabetes deve primeiro consultar um médico especialista em esporte, para obter um diagnóstico. “É preciso traçar o perfil esportivo e respeitar as possíveis limitações do paciente, para conseguir melhorar suas condições metabólicas e cardiovasculares”, disse.
Dessa forma, com uma boa orientação feita pelo médico do esporte, o paciente vai descobrir que atividades aeróbicas e de fortalecimento muscular, como alongamento, caminhada, corrida, bicicleta e a musculação, podem ser a chave de seu sucesso no tratamento. “É importante que o paciente faça também as avaliações cardiológica, nutricional, fisioterápica e fisiológica”, afirma.  
De acordo com o especialista, não há contraindicações de maneira geral para os diabéticos, desde que se escolha uma atividade física adequada. Além disso, o exercício físico deve ser prazeroso e atender às necessidades de cada paciente.
Dr. Octacílio da Mata Lopes Jr. – Médico ortopedista, especialista em medicina esportiva e cirurgia do joelho. Ex- médico do Cruzeiro Esporte Clube, é responsável pela clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte e atende ainda nos hospitais São Camilo e Belvedere, na capital.
Informações:
Da Matta Fisio
Rua Paulo Nunes Vieira, 186 Cidade Nova, BH/Minas Gerais
Contato: (31) 3484-1857

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Adeus, pelinhos

A técnica conhecida como fotodepilação elimina a penugem, é indolor e ainda favorece o bolso. Como não apostar?


É olhar na agenda e se deparar com o dia da depilação que uma lágrima escorre pelo rosto. Parece exagero, mas toda a mulher sabe como é dolorido passar por este processo de retirada dos pêlos. Mas não tem jeito, para ficar sempre bonita, a gente faz de tudo. Porém, seria bom muito se estas penugens parassem de crescer, evitando o estica e puxa da cera quente. E este processo já existe. É a chamada fotodepilação, tratamento que diminui os pêlos e ainda evita problemas ligados ao envelhecimento da pele.

Aos poucos
Claro que o fato de não precisar frequentar quinzenalmente ou mensalmente a clínica de depilação já é sensacional, mas o melhor do procedimento é que as penugens vão sendo reduzidas aos poucos, evitando problemas no corpo. “Dessa maneira, aumenta os intervalos necessários para as sessões de remoção, tendo um impacto significativo no conforto das pessoas”, explica Érika Miranda, esteticista da clínica ANOVA Estética, em Minas Gerais. Outro ponto principal é que os resultados são bastante rápidos, já que, diferente de outros processos, onde cada pêlo é tratado separadamente, a técnica consegue cuidar de áreas maiores na mesma aplicação.

Passo a passo
A fotodepilação pode ser feita usando o método do laser ou da luz pulsada.Essa luz emitida é transformada em calor, que ao entrar em contato com a pele, destroi os pêlos. “Apenas as penugens que se encontram na fase de crescimento ativo (anágena), serão destruídas. Os pêlos que se encontram nas fases catágena (deixaram de crescer) e telógena (entraram em repouso, antes de cairem) não serão afetadas”, explica, Érika.

A duração do resultado é de pelo menos um ano, período onde a mulher terá a quantidade de penugem muito menor do que o normal. “Após um ano da última aplicação, a cliente fará uma manutenção em menor quantidade de sessões, dependendo do tipo de pêlo”, explica Regina Jordão, franqueadora do Instituto de Depilação Pello Menos, no Rio de Janeiro.

Existem contra indicações?
Antes de ligar e marcar uma sessão, fique atenta, pois não são todas as pessoas que podem passar pelo procedimento. Segundo Érika, entre as clientes que não devem fazer a fotodepilação estão as que fazem quimioterapia ou radioterapia, que tomam medicação foto sensibilizante, que possuam próteses metálicas no corpo e herpes labial ativo, que tenham estado exposto ao sol duas semanas antes do tratamento, que possuam pêlos brancos, grisalhos e loiros e mulheres grávidas ou em período de amamentação. “Também não é indicado que pessoas com diabetes, epilepsia, lúpus, doenças cardiovasculares, com feridas abertas ou em fase de cicatrização”, acrescenta a esteticista.


Fonte: Portal Armário Feminino

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Sete nutrientes para amenizar os sintomas da asma



Magnésio e vitamina D estão na lista de recomendações dos especialistas


Um simples vento gelado já pode ser suficiente para a crise de asma atacar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 16 milhões de brasileiros sofrem com essa inflamação crônica, que dificulta a passagem do ar pelas vias respiratórias e provoca tosse, chiado no peito e sensação de falta de ar. Segundo o alergista Marcelo Aun, do Hospital Samaritano, em São Paulo, nenhum alimento pode isoladamente prevenir ou piorar as crises, mas existem nutrientes que ajudam nosso sistema respiratório a funcionar melhor e podem ajudar na prevenção. No Dia Nacional de Controle da Asma (21 de junho), inclua as sete opções abaixo no seu cardápio - sugeridas por especialistas - e aumente a sua imunidade.

Vitamina D
"A falta dessa vitamina no organismo pode contribuir para o aumento da massa muscular nos brônquios, fazendo com que eles se contraiam mais, tornando a respiração mais difícil", explica a nutricionista Hellen Fernandes, consultora da farmácia de manipulação Galgani, em Belo Horizonte. Também é comum a pessoa com asma ser deficiente em vitamina D porque o uso de corticoides para o tratamento da asma pode diminuir os níveis desse nutriente, sendo necessária a suplementação. "Até o momento, a vitamina D só deve ser suplementada em asmáticos com deficiência confirmada por exame de laboratório e a dose ideal de reposição será receitada pelo médico", diz o alergista Marcelo. Boas fontes de vitamina D são gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes, como cavala, salmão e arenque.

Magnésio
A nutricionista Hellen explica que o magnésio promove o relaxamento muscular em períodos de crise de asma. "A ingestão por meio da dieta vai facilitar a broncodilatação, melhorando o quadro respiratório e as funções pulmonares", afirma. Oleaginosas, leguminosas, cereais integrais, frutos do mar, vegetais e folhas verde escuras são boas fontes desse nutriente.

O mineral também pode ser usado no tratamento de crises graves de asma - em versão intravenosa ou inalatória - porque ajuda a aliviar o broncoespasmo, mas sempre com supervisão médica. "O magnésio é usado sempre para complementar o tratamento padrão com broncodilatadores e corticoides", explica o alergista Marcelo.

Vitamina A
Além de fortalecer o sistema imunológico, a vitamina A regula o crescimento e a regeneração de vários tipos de tecidos e células do trato respiratório. "Esse nutriente regula a função pulmonar, ajudando na produção de muco para expelir partículas, deixando nosso pulmão menos vulnerável a infecções", explica a nutricionista Hellen. As principais fontes de vitamina A são fígado, ovo, manteiga, talos de verduras e legumes amarelos e vermelhos, como a cenoura.

Vitamina C
Segundo um estudo publicado no periódico Clinical and Translational Allergy e desenvolvido pela Universidade de Tanta, no Egito, e a Universidade de Helsinki, na Finlândia, descobriu que a vitamina C pode melhorar a respiração de crianças com sintomas moderados de asma. Os efeitos benéficos da ingestão diária de vitamina C foram mais significativos em crianças com idades entre sete e oito anos. "A ingestão de vitamina C ameniza a inflamação e estabiliza a liberação de histamina - substância vasodilatadora responsável pelas crises de asma", afirma a nutricionista Hellen.

A especialista também conta que é comum portadores de asma apresentarem uma deficiência na vitamina, mas a ingestão é recomendada somente por meio da dieta. "Não há evidências que incentivem o uso de suplementação de vitamina C nos portadores de asma", afirma o alergista Marcelo. Boas fontes de vitaminas C são acerola, laranja, limão e kiwi.

Selênio
Poderoso antioxidante, o selênio ajuda a eliminar os radicais livres que foram produzidos pelo processo inflamatório da crise de asma, evitando quedas bruscas na imunidade do portador da doença. O selênio pode ser encontrado em oleaginosas e cereais integrais.

Vitamina E
Assim como o selênio, a vitamina E é um antioxidante que ajuda nos processos inflamatórios desencadeados pela crise de asma. "Alguns estudos mostraram que gestantes com deficiência nessa vitamina apresentaram mais riscos de ter filhos com asma", explica o alergista Marcelo. Gérmen de trigo, óleos vegetais, gema de ovo e vegetais folhosos são fontes de vitamina E.

Ômega 3
"A ingestão de ômega 3 irá inibir a produção de prostaglandinas, uma substância broncoconstritora associada a alergias respiratórias", diz a nutricionista Hellen. Por conta disso, esse nutriente combate as inflamações e melhora a função respiratória. Peixes de água fria, canola, linhaça e gérmen de trigo são boas fontes de ômega 3.

Fonte: Portal Minha Vida

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O que é asma?

Saiba quais os sintomas, causas, tratamentos e como se prevenir dessa doença.

Amanhã, 21 de junho, será dedicado ao Dia Nacional de Combate a Asma e segundo dados, a asma é uma doença respiratória crônica que afeta 10% da população brasileira, sendo responsável por cerca de 400.000 internações hospitalares por ano e incontáveis atendimentos ambulatoriais, principalmente nas emergências. Além de causar um grande absenteísmo no trabalho e na escola.
O clínico médico do Centro Médico Nova Lima, Dr. Paulo Santos Perroti, conta que as crianças são duas vezes mais atingidas pela asma do que os adultos. Além de pessoas alérgicas, que são mais suscetíveis a desenvolver o problema. “A asma não é uma doença hereditária, apesar de existir uma predisposição genética para a doença”.
De acordo com o médico, as crises de asma são caracterizadas normalmente por chieira, falta de ar, tosse seca e desconforto torácico ("aperto no peito"), podendo causar grande sofrimento. Além disso, elas predominam à noite e no início da manhã. “As principais causas são fumaça de cigarro, cheiros fortes como perfumes, produtos de limpeza, alergênicos como pólen, ácaros, mofo, mudanças de temperatura, ar frio. E também alguns medicamentos como: aspirina”, explicou.
Já o diagnóstico é baseado nos sinais e sintomas que surgem de maneira repetida e que são citados pelo paciente, além do exame físico e de testes complementares. “A asma é uma doença crônica, que não tem cura. O objetivo do tratamento é controlar a doença, por isso o acompanhamento médico é importante para garantir o controle e prevenir sintomas crônicos e problemáticos”, afirma.
Para ajudar a prevenir a asma, ele aconselha a prática de esportes, de preferência atividades de resistência, como a natação, desde que seja praticada em atmosfera aquecida e úmida. Ainda segundo o médico, deve-se evitar, por exemplo, a corrida no inverno, que pode desencadear uma asma devido ao esforço e ao frio, assim como os esportes de esforço esporádicos.
Veja outras dicas do especialista para ajudar a prevenir a asma:
  • Encapar colchões e travesseiros.
  • Lavar semanalmente as roupas de cama.
  • Retirar cortinas, tapetes, carpetes.
  • Evitar animais domésticos.
  • Promover a ventilação do ambiente.
Fonte: Dr. Paulo Santos Perroti – Clínico médico, especialista em medicina do trabalho. Atua no Centro Médico Nova Lima, em Minas Gerais.

Centro Médico Nova Lima
Rua Dr. José Ribeiro da Fonseca, 44 – Nova Lima – BH/MG
Contato: (31) 3541-3417