sexta-feira, 6 de maio de 2016

Como diferenciar a fome da vontade de comer?

Saiba qual a diferença entre as duas e os malefícios que uma alimentação exagerada por causar para o corpo e a saúde


A obesidade, doença que já atinge quase metade da população brasileira, segundo o Ministério da Saúde, tem diversas causas. A relação entre a fome verdadeira e a simples vontade de comer é um desses fatores. Isso porque devido à crescente incidência de males como ansiedade, estresse e depressão, muitos estão descontando todas as frustrações e problemas diários na comida e, conseqüentemente, ingerindo uma quantidade de alimentos bem maior do que organismo precisa para viver.

A fome é um dos instintos mais primitivos que existe, mas muitas pessoas acabam confundindo e não sabem diferenciá-la do desejo de comer. O médico gastroenterologista Bruno Sander, explica que a fome é definida como à sensação fisiológica que o corpo percebe quando necessita de alimento para manter suas atividades inerentes à vida. Além disso, ele acrescenta que a fome pode ser caracterizada por dois tipos: a fome física e a emocional. “A fome física é a necessidade fisiológica do nosso corpo em ingerir energia, já a fome emocional é um sentimento (desejo) por ingerirmos determinados tipos de alimentos, sem que necessariamente estejamos precisando”.

Ainda de acordo com especialista, a vontade de comer pode surgir principalmente por fatores emocionais relacionados a momentos de estresse, ansiedade, tristeza ou simplesmente pelas circunstâncias, como presença de alimento por perto ou uma oferta feita por alguém.
Por isso, não conseguir controlar a fome pode trazer malefícios. “Muitas pessoas comem mesmo sem fome por conta de determinadas emoções. Sinais como ganho de peso e o conhecido "efeito sanfona" são as principais consequências desta prática. Sensações como tristeza, raiva ou culpa não melhoram depois que comemos. Ao contrário, depois de comer demais para compensar estes sentimentos, vem a frustração e a sensação de fracasso", alertou Bruno.

Culpa

A vontade de comer que ultrapassa o limite aceitável e leva à obesidade é uma armadilha da qual é difícil sair. Ela gera um círculo vicioso de culpa e baixa auto-estima que pode fazer a pessoa se afundar cada vez mais no mar de alimentos. Isso tudo sem contar o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, pressão alta e colesterol que a obesidade acarreta. Para quebrar o círculo vicioso da comida, o médico garante que o tratamento ideal envolve uma equipe multidisciplinar que inclui médico, nutricionista e terapeuta. Tudo isso, claro, sem dispensar a atividade física.


Ele completa que é fundamental entendermos que, na maioria das vezes, o nosso corpo não precisa de tantas calorias quanto ingerimos. “Em média, o nosso metabolismo basal (quantidade mínima de energia e calorias necessárias para manter as funções vitais do organismo em repouso) é de cerca de 1,5mil a 2,5mil calorias por dia”.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Conheça os benefícios da Terapia Cognitiva

Técnica ajuda a corrigir pensamentos “errados” e pode ser o caminho para uma vida mais feliz e com menos sofrimento.
Com resultados expressivos para a grande maioria dos problemas da atualidade, a terapia cognitiva ajuda no tratamento da depressão, transtorno bipolar, ansiedade, estresse e dor crônica.

Quase sempre “os pensamentos errados” estão por trás do sofrimento humano e a cognição, ou seja, os processos mentais que influenciam o comportamento de cada indivíduo desempenham um importante papel na vida das pessoas. “São as nossas interpretações e pensamentos que vão determinar as respostas emocionais e comportamentais do ser humano”, completa a Psicóloga e mestre em Cognição e Neurociências, Magna Rosane Cruz.

É baseado nisso que a terapia cognitiva trabalha e envolve um conjunto de métodos e estratégias com a finalidade de mudar padrões de pensamentos disfuncionais, ou seja, aqueles associados ao sofrimento e prejuízos nas áreas da vida. “A terapia cognitiva é delineada para auxiliar o paciente a identificar, avaliar e corrigir cognições e crenças disfuncionais sobre si mesmos e o mundo. Os pacientes devem aprender a reconhecer as conexões entre pensamentos, crenças, emoções e comportamentos e suas consequências”, explicou a especialista.

Desta forma, Magna acrescenta que por meio das técnicas cognitivas e comportamentais o paciente aprende sobre os processos mentais relevantes na construção de pensamentos e reeduca sua mente, desenvolvendo formas de pensar mais saudáveis. “A terapia cognitiva utiliza a psicoeducação para ensinar ao paciente como ser seu próprio terapeuta e enfatiza a prevenção de recaídas. Ela é baseada em uma constante evolução da formulação de problemas dos pacientes e enfatiza a colaboração e participação ativa”. 

Resultados

A psicóloga afirma que a terapia cognitiva é uma das abordagens da psicoterapia mais estudada atualmente e com resultados expressivos para a grande maioria dos problemas da atualidade como: depressão, transtorno bipolar, ansiedade, estresse e dor crônica.

Além disso, por ser uma terapia focada, o tempo de tratamento é consideravelmente menor. “O tratamento conta com sessões semanais de 50 minutos. No qual, os pacientes desenvolvem atividades propostas pelo terapeuta de acordo com o objetivo do tratamento. Os resultados podem ser percebidos já nas primeiras semanas, dependendo do trabalho desenvolvido pelo cliente”, garantiu a psicóloga. 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Qual tipo de mãe você é?

Ao longo do dia as mães podem assumir três tipos de papéis: a de vítima, perseguidora e salvadora.  
No próximo domingo, 8 de Maio, comemoramos o Dia das Mães. Nesta data, demostramos a elas, todo nosso carinho e gratidão, mediante aos esforços feitos. Muitas acabam recebendo apelidos como: coruja, superprotetora e até mesmo chata. De acordo com a analista comportamental e coach, Regiane Moreira, ao longo do dia as mães passam por três níveis específicos. Em alguns momentos elas podem ser vítimas, perseguidoras ou salvadoras.

“A posição da mãe vítima é aquela que não se sente capaz de tomar decisões simples relacionadas aos filhos e sempre passa a responsabilidade para um terceiro, por exemplo. Já a mãe perseguidora é aquela que cobra de forma veemente, crítica e autoritária. O que na maioria das vezes, há uma intenção positiva. Já a mãe salvadora é aquela que adotou uma posição básica, ela precisa ajudá-los quando eles não estão pedindo ou precisando de ajuda. Pode ser entendido como superproteção. Muitas das vezes isso impede o desenvolvimento da criança, já que ela se sente sufocada pelo posicionamento da mãe. Na fase adulta podem se tornar inseguros e imaturos”, explicou Regiane.

De acordo com a especialista, esses perfis se estabelecem em relacionamentos não saudáveis, onde os envolvidos não conseguem expor suas ideias e sentimentos de forma completa. Assim, a comunicação entre as partes fica comprometida, gerando ainda mais conflitos.

O segredo é o equilíbrio

A coach afirma que não existe vantagem em ser vítima, perseguidora ou salvadora, mas que o caminho para uma relação mais saudável e harmônica com os filhos é buscar sempre o equilíbrio. “As mães devem ter consciência de seus atos, além de, ser conhecedor dos possíveis resultados e sempre buscar o equilíbrio. Parar ao logo do dia, perante dadas situações, e analisar o motivo de estar agindo daquela forma. É importante relatar que todos os demais membros da família assumem papeis diferentes em distintas situações”, completou.


Ela acrescenta que trabalhar os pontos que precisam ser melhorados na relação entre mãe e filho, não é uma tarefa fácil para os envolvidos, mas garante que com a ajuda de um profissional especializado essa tarefa pode tornar-se menos dolorosa “O Coach (profissional) baseia nos resultados que a pessoa está tendo, se são satisfatórios ou não, para a partir daí traçar estratégias com o cliente”.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Tire todas as dúvidas sobre a cirurgia para o aumento do bumbum

A gluteoplastia é uma cirurgia relativamente nova, mas já é um dos procedimentos que mais cresce em relação às demais cirurgias plásticas no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Ter um bumbum avantajado é uma característica marcante das mulheres brasileiras e muitas desejam vestir uma saia justinha ou um jeans coladinho ao corpo e obter um desenho corporal bem delineado. Quando isso não acontece, algumas mulheres buscam artifícios para dar um destaque na região do bumbum, como lingerie com enchimento ou uma modelagem de roupa que disfarce a falta de volume. Com resultados naturais, técnicas de aumento, como a gluteoplastia ajudam a construir uma nova forma para o corpo. 

A cirurgia para o aumento do glúteo é um dos procedimentos que mais cresce em relação às demais cirurgias plásticas no Brasil e nesse ano ficou ainda mais em evidência após a participação da advogada Adélia Soares, na última edição do programa Big Brother Brasil. A gluteoplastia é uma cirurgia relativamente nova e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) estima que desde 2008 até os dias atuais, houve um aumento de 20% na realização do procedimento.

De acordo com o cirurgião plástico Ricardo Souza Lima, essa cirurgia é indicada para pessoas que querem mudar a aparência do bumbum, não só aumentando o volume, mas também melhorando o contorno da região glútea. Mas, ele garante que a indicação para o procedimento cirúrgico tem que ser muito precisa, pois, existem riscos de complicações. “O procedimento pode ser realizado de duas formas. A primeira é através de prótese glútea formada por silicone e a segunda por enxerto de gordura, no qual, a gordura extraída de uma lipoaspiração é utilizada. O enxerto de gordura é superior e com resultados grandiosos em relação à prótese glútea e podemos dizer que as chances de complicações são menores”.

Além disso, não basta apenas querer fazer o procedimento cirúrgico, segundo o médico é preciso ter planejamento e sempre procurar um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e que tenha expertise na técnica que será realizada. “Fazer uma cirurgia plástica com um profissional membro da Sociedade Brasileira garante mais qualidade, excelência e segurança do procedimento”, afirmou Ricardo.

Cuidados pré e pós-operatórios

Durante o período pré-operatório, o cirurgião explica que após passar pela avaliação médica é necessário fazer uma série de exames, que depois de serem aceitos e não contendo nenhuma alteração, a cirurgia será realizada. Além disso, o paciente deverá obedecer às instruções dadas para o dia da cirurgia. Já no pós-operatório devem evitar esforços por 30 dias, não se expor ao sole obedecer à prescrição médica.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Como tratar as dores no joelho da melhor forma

Antes de recorrer a uma cirurgia, um especialista garante que é possível tratar as dores no joelho de maneira menos agressiva.


As dores no joelho são uma das queixas mais comuns ouvidas nos consultórios pelos médicos ortopedistas. Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 15 milhões de brasileiros sofrem com dores no joelho, costas e ombros. No mundo, ela é a quarta enfermidade que mais reduz a qualidade de vida, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O ortopedista Otávio Melo, especialista em tratamentos do joelho, explica que essas dores podem surgir devido a problemas ligados a outras partes do corpo. “As dores nos joelhos têm diversas causas, sendo que elas podem variam de acordo com a idade e o grau de atividade de cada pessoa. Por isso, um especialista deve ser consultado, sempre que surgir uma dor que o anule de fazer qualquer atividade física, desde a mais simples até a prática de esporte, por exemplo. Assim, o médico poderá avaliar qual o melhor tipo de tratamento”.

Ele conta que muitos brasileiros imaginam e têm como primeira opção a cirurgia, como forma de tratamento da dor, mas ele garante é possível solucionar esse problema de maneira menos agressiva. “A ideia de que as doenças do joelho devem sempre ser operadas está cada dia mais ultrapassado. No caso de dores nos joelhos, a medicina avança no sentido de que os resultados de tratamentos conservadores possam ser tão bons quanto ou até melhores que os cirúrgicos, na maioria dos pacientes”, disse.

Se não forem devidamente tratadas, o médico ressalta que as doenças do joelho podem agravar, ao ponto de não ser mais possível realizar um tratamento apenas por meio de exercícios e medicamentos e tornando-se necessária a realização de cirurgias e colocação de próteses no joelho.

Prevenção

Para aumentar a resistência dos músculos que cercam o joelho e reduzir a sobrecarga, o especialista recomenda a prática de exercícios adequadas de acordo com o biótipo de cada pessoa, como a hidroginástica, caminhada, pilates e musculação, desde que seja realizada corretamente e com previa orientação médica. Ainda de acordo com ele, evitar fatores de risco como o sobrepeso, obesidade e sedentarismo são algumas das medidas preventivas que podem evitar as dores nos joelhos.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Conheça os cuidados necessários para manter os cabelos saudáveis

Especialista explica o que é a moda “Low Poo e No Poo” e conta que as químicas recordistas nos salões de beleza são as progressivas e selagens, além das descolorações e garante que os cabelos submetidos a um alisamento, dificilmente voltarão ao natural, novamente.


Em 2015, uma pesquisa realizada pelo grupo L´Oréal sobre o perfil da consumidora brasileira, apontou que 62% das mulheres submetem os fios a vários procedimentos químicos, entre eles o alisamento dos cabelos. O que muitas não sabem, é que os produtos químicos usados no alisamento são prejudiciais à saúde. O formol, por exemplo, têm como promessa deixar os cabelos lisos, mas esta substancia usada em grandes proporções e por tempo prolongado, pode se tornar perigosa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o formol como uma substancia cancerígena.

A Hair Style e Visagista, Wanúbia Sena, responsável pelo Espaço Wanúbia Sena, em Belo Horizonte, concorda com esse dado e conta que hoje em dia as químicas recordistas nos salões de beleza, são as progressivas e selagens, além das descolorações com mechas, balayagens e californianas. “Os cabelos submetidos a um alisamento, dificilmente voltarão ao natural, novamente. Mas, existem produtos que prometem devolver a naturalidade aos cabelos”.

Mas, porque ainda as mulheres querem deixar os cabelos lisos? A especialista garante que é simplesmente por uma questão de aceitação. “Além de existir um mito de que cabelo liso é mais fácil de arrumar, outro fator que leva as mulheres a quererem mudar o cabelo é a moda. Houve um momento em que o bonito era ter cabelo liso e isso sem dúvida, influenciou  muitas crespas e cacheadas a mudarem o visual. Mas, estamos observando uma mudança de comportamento e as mulheres estão querendo assumir felizmente os cachos e os cabelos”, afirmou Wanúbia.

Ainda de acordo com ela, deixar o cabelo natural é importante, pois, a imagem pessoal  a ser passada vai levar em consideração quem a pessoa é, suas características físicas e emocionais. Portanto, quanto mais natural for o cabelo, mas essa pessoa vai se sentir ela mesma. “São suas origens, sua imagem refletida no espelho mostrando o que ela tem de melhor e mais belo”, declarou a visagista.

Entenda o que é a moda Low Poo e No Poo

Cada vez mais, à moda do LowPoo e No Poo está se popularizando. Isso, porque promete cabelos mais saudáveis e sedosos, livres dos males dos produtos com sulfato. “O “LowPoo” seria o que descreveríamos como um shampoo menos agressivo. Ele admite o uso do sulfato leve esporadicamente. Já o “No Poo”, corta-se totalmente o uso do sulfato, mas assim é necessário que se elimine também o uso de todos os produtos insolúveis em água que grudam nos fios de cabelo e que precisam do sulfato para sua retirada, como silicones insolúveis, óleo mineral e parafina”, afirmou Wanúbia.

Ela ressalta que os produtos LowPoo e No Poo não agridem os fios. Sendo que enquanto o LowPoo higieniza o cabelo formando pouca espuma, o No Poo higieniza sem espumas. Além disso, eles permitem que os cabelos fiquem mais hidratados e saudáveis. Para ajudar a manter os cabelos sempre saudáveis são necessários vários cuidados e a especialista sugere mais algumas dicas:
  • Elimine o uso freqüente e excessivo de calor (pranchas, secadores e até mesmo o sol);
  • Corte as pontas do cabelo, pelo menos, uma vez a cada dois meses;
  •  Mantenha uma alimentação saudável. 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Saiba como tratar a dor crônica

Especialista garante que tratamento para a dor crônica deve ser multidisciplinar e que nem todos sabem que a terapia é um auxiliar poderoso para o tratamento da dor.


A dor pode nos trazer grande desconforto, mas ela é fundamental para o nosso organismo, já que nos alerta sobre algo de errado que está acontecendo. Existem dores que duram alguns dias, outras, como é o caso da dor crônica, chega a durar meses ou anos e muitas pessoas passam a vida sem descobrirem uma forma de tratar esse problema.

A psicóloga Magna Rosane Cruz explica que a dor crônica é em si uma doença e pode trazer conseqüências para a condição física, psicológica e comportamental. “Ela pode levar a fadiga crônica, problemas de sono, ansiedade e depressão. Algumas pessoas perdem empregos, se privam de brincar com os filhos, de passar tempo com amigos e família, por causa de dores crônicas. Além disso, as dores afetarem também a memória e o raciocínio”.

Segundo a especialista, o tratamento para a dor crônica deve ser multidisciplinar. Ela garante que praticar atividades físicas, ter uma boa alimentação e cuidar das emoções são fatores essenciais para o tratamento. “Sem aprender a lidar com estas emoções negativas, qualquer tratamento, por melhor que seja, tem grande chance de falhar. Nem todos sabem que a terapia é um auxiliar poderoso para o tratamento da dor. Pacientes quando encaminhados para o acompanhamento psicológico, acreditam que o médico pensa que estão mentindo sobre a dor ou que a dor não é real”.

O uso da terapia cognitiva para o tratamento da dor crônica

E uma das técnicas de terapia que mais oferecem resultados é a cognitiva. “Os terapeutas cognitivo-comportamentais trabalham em colaboração com o paciente para obter os significados de experiências específicas e ajudá-los a tornarem-se conscientes de suas crenças, pensamentos, processos e comportamentos que podem ser considerados disfuncionais. Neste trabalho colaborativo, terapeuta e paciente reúnem evidências que ajudem o paciente a gerar alternativas de pensamentos e comportamentos mais úteis e adaptados”, explicou Magna.

Ela ressalta que o tratamento acontece em sessões semanais, com duração de 50 minutos para indivíduos e de 2 horas por semana para grupos e ressalta que o tratamento cognitivo-comportamental fundamenta-se três elementos básicos:

1) estudo do papel do comportamento e da cognição na experiência dolorosa (psicoeducação) e ênfase no autocontrole da própria dor;

2) treinamento de habilidades de enfrentamento da dor;


3) aplicação e manutenção das estratégias aprendidas.