segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lovemarks: amor, alma e propósito como estratégia de marca


Estamos em pleno século XXI, onde o modelo mais atual de gestão é o marketing 3.0, o qual deixa de olhar o público como consumidor e passa a olhá-lo como ser humano. O consumidor, graças a era da informação e das redes sociais, está cada vez mais crítico, amadurecido, autoral e exigente. Quando uma empresa peca no desenvolvimento do produto, no atendimento ou em uma campanha publicitária, rapidamente o fato pode ser viralizado na internet e gerar uma enorme crise institucional, fator que levou as empresas a terem mais transparência e a mudarem o foco do produto para o relacionamento com o consumidor.

As grandes marcas começaram a investir em relacionamentos de amizade com o consumidor através de empatia, gerando simpatia. Algumas usam vocábulos informais e outras oferecem cerveja nas lojas. A era da mensagem subliminar e da publicidade com letrinhas maldosas chegou ao fim. Se a marca engana o consumidor, o consumidor escolhe outra marca. O mercado está cada vez mais competitivo. Ter o produto inovador não proporciona mais elasticidade a médio e a longo prazo. Uma empresa lança um produto inovador e no semestre seguinte a rival consegue lançar um produto mais barato e com tecnologia semelhante. Tecnologia é fácil de copiar, patentes expiram e direitos autorais caducam. Fator que fez com que as empresas resolvessem investir em humanização e personalidade.

Dentro do nível de relacionamento entre consumidores e marcas, podemos estabelecer, como positivas, a simpatia e a fidelidade. Durante muitos anos, conquistar a fidelidade do consumidor era considerado como o último estágio de relacionamento para as empresas. Ter o seu consumidor fiel ao seu produto e a sua marca era o tão almejado objetivo das marcas. Porém, algumas marcas conseguiram transcender a fidelidade e alcançar a lealdade dos consumidores, o que inaugurou um novo estudo dentro do branding.
Fidelidade vs Lealdade

Os conceitos de fidelidade e lealdade foram emprestados das relações humanas. A fidelidade só se estabelece enquanto uma das partes tem motivos e a razão de ser fiel ao relacionamento. Em um casamento, por exemplo, uma pessoa deixa de ser fiel a partir do momento em que ela trai. Para uma marca, caso ela maltrate ou erre em algum aspecto com o consumidor, ele pode deixar de ser fiel ao relacionamento.

Já a lealdade, vem da Idade Média, dos antigos reinos, quando a população jurava lealdade ao Rei. Mesmo sem motivos e longe da razão, independente da ordem e da vontade, o guerreiro teria que realizar, mesmo que levasse à sua morte. Para o mundo das marcas, são consumidores que, mesmo sabendo que o produto da empresa não é o melhor ou que custa quase o dobro do preço, continuam comprando, estabelecendo uma verdadeira relação de amor além da razão. Empresas como a Apple, a Harley Davidson, Nike e a Coca-Cola são conhecidas hoje por conquistarem a lealdade dos seus consumidores.

A Apple, exemplo protagonista deste artigo, consegue, independente do lançamento e da tecnologia, criar enormes filas e sempre bater recordes de venda de seus produtos. Pessoas compram o produto da maçã mesmo sabendo que no mercado possuem concorrentes tão bons quanto e com preços quase pela metade. Não é o design do produto, a quantidade de memória ou os megapixels da câmera que tornaram a Apple a empresa mais valiosa do mundo, mas sim o investimento em uma relação de amor com o consumidor, baseada na construção de uma alma, personalidade, princípios e valores. Fato que transformou a Apple em uma lovemark.

Amor como estratégia

O amor possui várias definições. É um sentimento marcante do ser humano, porém difícil de ser explicado e muito mais difícil de ser usado como estratégia de branding. Passar pela barreira da futilidade ou dos rótulos da obsessão pela venda é uma tarefa difícil para uma marca que quer transcender uma relação de amizade e atingir uma verdadeira relação amorosa com o consumidor.

Marcas que utilizam o amor como estratégia devem ser, antes de tudo, humanas. É essencial que a marca tenha personalidade, atributos, coração, corpo, alma, voz e emoção.

Algumas trabalham bem esses aspectos, que nos torna capaz de percebemos qual marca é mais jovem do que a outra, como a Skol e Bohemia. Qual marca é mais cool que a outra, como a Apple e a Microsoft e qual a marca é mais chefe de família que a outra, como a Volvo e a Ferrari.

Porém, não são todas marcas que são humanizadas que se tornam uma lovemark. É preciso entender o amor e direcionar em um fluxo certo. É necessário ter relevância, consistência e direção.

Alguns definem o amor como uma amizade que pega fogo, outros dizem que quando estamos amando, nos tornamos poetas, enquanto outros dizem que amor é a promoção altruísta do crescimento dos outros. Para Voltaire, por exemplo, amor é uma tapeçaria gerada pela Natureza e bordada pela imaginação.

Kevin Roberts, em seu livro Lovermarks – O futuro além das marcas, cita algumas verdades sobre o amor. A primeira é que os seres humanos precisam de amor. Todos amam algo, seja o outro, a si próprio, a família, ao namorado ou a algum hábito. Segundo, que amor significa mais que gostar muito. Terceiro, que o amor precisa ser correspondido e delicado. Quarta é que o amor leva tempo. Quinta é que o amor não pode ser comandado e por último, para existir amor, tem que existir respeito. Todas essas características são essenciais para a construção do amor. Tanto para o relacionamento com uma pessoa quanto para o relacionamento com uma marca.

Um CEO deve, antes de tudo, amar o que faz, depois valorizar a cultura interna, saber corresponder em um relacionamento com os consumidores, deixar o consumidor participar do relacionamento, esperar o tempo amadurecer a relação amorosa e ter muito respeito pelo seu consumidor. Se a estratégia não passa por essas características, não se consegue chegar ao amor.

Porém, a tarefa não se resume em seguir uma fórmula ou uma lista. Como disse anteriormente, além de entender o amor, precisamos direcioná-lo. Saber por qual fluxo devemos pensar.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Na mídia!


Clique no link abaixo e confira a entrevista da Visagista e Hair Stylist Wanúbia Sena para o programa Sempre Feliz, sobre a importância e os benefícios do Visagismo para a imagem profissional.



segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Na mídia

Imagem profissional


Hoje, o programa Sempre Feliz, fala sobre a importância do cuidado com a imagem no ambiente coorporativo e para isso convidou a hair style e visagista Wanúbia Sena, e a maquiadora Tatiana Macedo para darem várias dicas de beleza. Além disso, a coache, visagista e consultora de moda Tuka Moreira também dará várias de looks para você arrasar no trabalho. Assista pela Rede Super (canal 23 UHF). Não perca!



quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Saiba quais benefícios trabalhistas que o funcionário tem direito e quais são opcionais pelo empregador

Advogada explica porque nem sempre um benefício trabalhista pode ser considerado parte do salário



Os benefícios concedidos ao empregado durante o contrato de trabalho são extremamente importantes para formar a sua remuneração. A advogada trabalhista Camila Januzzi, do escritório Visão Empresarial, em Belo Horizonte explica que esses benefícios podem ser considerados regalias ou vantagens concedidas aos empregados, como uma espécie de remuneração extra e pode fazer com que seja descontada uma pequena porcentagem do salário em troca de um benefício maior. Porém, muitos trabalhadores ficam em dúvida sobre quais benefícios devem ser concedidos obrigatoriamente pelo empregador e quais são opcionais. 

Segundo a especialista, há duas espécies de benefícios. “Os compulsórios são aqueles que a empresa concede aos seus empregados de acordo com a lei, como o vale transporte, complemento de auxílio doença, salário família, salário maternidade, auxílio creche, adicional noturno. Já os benefícios espontâneos, são concedidos aos empregados por vontade própria, por mera liberalidade do empregador, como assistência médica e odontológica, alimentação, cestas básicas, seguros, entre outros”.

A advogada afirma que o intuito da concessão pelo empregador dos benefícios espontâneos é atender as necessidades dos empregados ou tornar o perfil de sua remuneração mais atraente e competitivo nos termos de mercado, como atrativo para bons profissionais e retenção de pessoal pelos recursos humanos. Mas, caso o empregador não conceda ao empregado os benefícios compulsórios previstos em lei, a empresa corre o risco de ser fiscalizada pelo Ministério Publico do Trabalho e autuada, assim como em caso de passivo trabalhista, em que pode ser condenada a indenizar o trabalhador por todo o período trabalhado sem a concessão do beneficio. 

Benefício não é salário

De acordo com a especialista, é preciso também ficar atento à forma de pagamento dos benefícios, já que alguns podem ser concedidos em dinheiro ao empregado, mas deve sempre constar no contracheque a porcentagem descontada. “O vale transporte, por exemplo, como dispõe no artigo 5º do Decreto 95.247/87, não poderá ser pago em dinheiro, salvo nos casos de insuficiência de estoque de Vale- Transporte necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema. Hoje há uma flexibilização da jurisprudência que admite o pagamento do vale-transporte em dinheiro, devendo o empregador se resguardar e constar no contracheque o valor pago, e o número de dias trabalhados”. 

Porém, ela ressalta que o vale transporte não tem natureza salarial e nem incorpora à remuneração para quaisquer efeitos, ou seja, a concessão deste benefício em dinheiro não altera a sua natureza jurídica, que por disposição expressa da lei tem natureza indenizatória. “Um benefício concedido como instrumento ou ferramenta de trabalho não são considerados salários e sim em mera utilidade, pois não foi concedido como contraprestação ou vantagem, e sim por necessidade. Uniformes, ferramentas de trabalho, carro, computadores, mostruário, combustível quando fornecidos para o empregado usar para trabalhar não são considerados como salários”.

A advogada ainda lembra que de acordo com o artigo 468 da CLT, o empregador pode descontar todas as utilidades fornecidas desde que o faça a partir da admissão, pois se sempre concedeu de forma graciosa, não poderá mais alterar o contrato em prejuízo do empregado.



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Salão de Beleza investe em estratégias alternativas e viáveis para driblar a crise e adaptar-se ao momento

A crise já afeta os mais variados setores da economia e para manter um estabelecimento em alta é preciso criatividade


Notando que os efeitos da crise econômica no país começaram a afetar vários setores, inclusive na área de beleza, o empresário Adriano Kume, sócio do Salão Isabella Cristine, em Belo Horizonte, apostou na criação de algumas estratégias para manter a presença dos clientes. “Decidimos investir em novos serviços, criamos alguns pacotes promocionais, focamos ainda mais no atendimento de noivas e no lançamento de uma rede de descontos para manter a fidelidade do nosso público”.

Desde o mês de Fevereiro desse ano, o empresário conta que foi possível perceber uma redução na demanda. “Aquele cliente que vinha semanalmente fazer uma escova passou a vir duas vezes por mês. Além da escova, tintura e outros procedimentos que o cliente consegue fazer em casa diminuíram a nossa demanda. Serviços de maior complexidade como mechas, químicas, tratamentos como hidratação e cauterização também tiveram queda. Basicamente o único serviço que continua com uma procura grande é ainda a manicure, por ser uma parcela pequena retirada do orçamento mensal." 

Para driblar esse momento, o administrador investiu na criação de algumas promoções e de novos serviços. “Fizemos alguns pacotes promocionais para tratamentos químicos e manicure para manter o cliente do dia-a-dia presente no salão. Também aumentamos o número de serviços ofertados, como a micropigmentação de sobrancelhas, chá de lingerie e um espaço próprio para café. Futuramente pretendemos investir também em tratamentos estéticos, já que temos um espaço já destinado e estruturado para esse tipo de serviço”.

Além disso, o Salão acaba de lançar uma rede de descontos para os clientes. “Nessa rede, nossos clientes irão acumular pontos de acordo com os procedimentos realizados, que serão contabilizados por meio de um cartão de fidelidade. Eles poderão trocar a pontuação por novos serviços que deverão ser feitos entre terça-feira e quinta-feira, já que são dias com menor movimento no Salão”, explicou Adriano.

Mercado de noivas

Kume conta que o Salão já é bem conhecido pelo atendimento e produção do dia da noiva e viu nesse momento uma oportunidade para se voltar ainda mais pare esse público. “O dia da noiva é uma prioridade pra elas e quem deseja casar não vai deixar de investir nesse momento, independente da época de crise. A noiva, hoje, tem um perfil cada vez mais prático, ou seja, deseja apenas ir ao salão para realizar a produção para o casamento e não mais passar o dia todo".

Outro fator importante segundo o empresário é que a noiva não vai sozinha ao salão. “Ela se programa para aquele momento e sempre leva as amigas, familiares e madrinhas, que requerem um tratamento e atendimento mais direcionado, exclusivo e personalizado. E temos ainda como vantagem, a utilização do espaço café para complementar toda essa atenção, além de ser uma divulgação boca a boca dos nossos serviços”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Conheças as principais lesões causadas por acidentes de trânsito e saiba como evitá-las

Entre os dias 18 e 25 de setembro é comemorada a Semana do Trânsito e o ortopedista explica como prevenir as principais lesões que são causadas e a maneira correta de socorrer as vítimas em caso de acidentes


Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que só no ano de 2010, aconteceram 1,24 milhão de mortes por acidente de trânsito em 182 países do mundo. Se nada for feito, a OMS estima que deveremos ter 1,9 milhão de mortes no trânsito em 2020 e 2,4 milhões em 2030, o que equivale a morrer em um ano toda a população atual de grandes cidades como Brasília ou Belo Horizonte. Somente no Brasil, em 2013, houve um total de 42.266 vítimas fatais por acidente de trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Entretanto a maioria dessas mortes são consideradas evitáveis, por medidas de conscientização da população, educação para o trânsito e políticas públicas de prevenção de acidentes.

O médico ortopedista Otávio Melo, acredita que muitas pessoas ainda não acreditam na eficácia do cinto de segurança. Ele explica que o objetivo do cinto é manter o passageiro na posição, no banco, impedindo que seja arremessado à frente ou para os lados, quando o carro para bruscamente no caso de uma colisão, ou mesmo no caso de um capotamento. “A sobrevivência para o motorista ou passageiro diminui significativamente à medida que a velocidade aumenta. Se o veículo para suavemente, o motorista ou passageiro também param suavemente, mas se o veículo para bruscamente, caso não estejam presos ao cinto de segurança, serão mantidos em movimento até encontrarem um obstáculo, que pode ser o painel, o para-brisa, a janela, ou até mesmo o lado de fora do veículo. A ejeção para fora do veículo é um dos critérios de gravidade no atendimento dos acidentados, e um dos principais motivos de óbito no local do acidente”. 

Outra medida muito importante que ele ressalta é o uso dos assentos e cadeirinhas para as crianças. Segundo o especialista, o melhor lugar para a instalação da cadeirinha é no assento do meio do banco traseiro, para diminuir o risco de um impacto no caso de acidentes. “Sempre que possível, reserve esse lugar para a criança mais nova. Não adianta ter a cadeirinha e não prender a criança da maneira correta. O cinto da cadeirinha precisa ser colocado de forma que apenas um dedo caiba entre o cinto e o corpo da criança, ou seja, o cinto precisa ficar justo. Uma forma de saber se ele está bem colocado é quando não é possível "pinçar" o tecido do cinto usando os dedos polegar e indicador. O motivo disso é que, se o cinto estiver folgado, além de a criança poder se soltar, no caso de acidente haverá um forte impacto do corpo dela com o cinto, o que já é suficiente para provocar lesões graves”. 

Já no caso dos motociclistas, o médico garante que o uso do capacete é de grande importância, já que as seqüelas neurológicas permanentes e as mortes de motociclistas na maioria dos acidentes graves, é motivada por lesões na cabeça. “Seu uso é capaz de evitar danos ao cérebro, face e vias aéreas, que são as lesões que matam mais rapidamente quando graves. O risco de morrer em um acidente grave de motocicleta é 20 vezes maior do que num automóvel. Esse número sobe para 60 vezes se a pessoa não estiver usando o capacete, item obrigatório pela ­legislação brasileira”.

De acordo com o ortopedista, as lesões leves geralmente não causam maiores transtornos, porém as mais graves podem acarretar diversos prejuízos à saúde da vítima. “As causas mais frequentes de invalidez permanente, somando 25,6%, são a perda anatômica ou funcional completa de um membro inferior (perna). Cerca de 40% das vítimas de acidentes de trânsito apresentam mais de uma lesão. A maioria dos pacientes são homens e com idade na faixa de 20 a 40 anos e muitos deles permanecem por semanas, meses ou até anos em programas de reabilitação e fisioterapia, com perdas salariais e até mesmo do emprego, gerando custos não-previstos para o sistema de previdência, o que comprova a importância econômica e social do problema”, disse Otávio. 

Ainda segundo o especialista, as regiões do corpo mais atingidas em casos de acidentes de transporte são os membros inferiores e superiores, seguidas pela cabeça e pescoço. “Conhecidas como traumatismo crânio-encefálico (TCE), ocupam o primeiro lugar no que se refere à gravidade à mortalidade. Em segundo lugar em gravidade e terceiro lugar em incidência, estão as lesões do tórax, segmentos de alto risco para o paciente, uma vez que engloba órgãos como o coração e pulmão. As lesões mais frequentemente encontradas são as fraturas de costelas, contusão pulmonar, hemotórax (hemorragia interna) ou pneumotórax (que é o vazamento do ar levando ao fechamento dos pulmões)”.

Como socorrer uma vítima em caso de acidente de trânsito

A ação mais importante ao socorrer uma vítima em caso de um acidente de trânsito é manter a calma, garante o médico. “Agir de maneira intempestiva pode até mesmo piorar a situação. Veja inicialmente se você tem algum ferimento mais sério, depois avalie as pessoas ao seu redor. Se não estiver envolvido faça uma breve análise da situação, entenda o que está acontecendo antes de agir. Depois se preocupe em garantir a segurança de todos e peça socorro em seguida. Ligue imediatamente para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o SAMU, pelo número 192, presente na maioria das cidades; ou para algum órgão de segurança pública, como as Polícias Militar e Rodoviária, Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros, nas localidades não atendidas pelo SAMU 192. Em caso de acidente em rodovias com cobrança de pedágio, há serviços próprios de ambulância e resgate capazes de atender em menor tempo do que o SAMU de cidades distantes.

Além desses cuidados, algumas atitudes devem ser evitadas para não agravar o estado de saúde das vítimas. 

· Não movimentar a vítima, salvo as situações de risco eminentes;

· Não retirar o capacete, pois a movimentação do pescoço pode piorar as lesões da medula. Existe uma técnica própria para retirá-lo sem que a cabeça balance;

· Não aplicar torniquete, pois leva a necrose e outras lesões mais graves; as hemorragias devem ser contidas com a compressão direta sobre o local do ferimento

· Não administrar qualquer tipo de líquido ou alimento por via oral. A vítima pode ter diversas lesões internas e necessitar cirurgia de urgência, além disso, há o risco de o conteúdo do estômago ser vomitado e o paciente engasgar durante o transporte.

Na mídia!

Acesse o link abaixo e confira a entrevista com a nutricionista Taiana Mattos, da Ápice Fisioterapia e Estética, para o Portal da Revista Encontro. A nutricionista falou sobre o uso do Glutamato monossódico na composição de alimentos industrializados e seu efeito na saúde de quem o ingere. Não perca! 

                                           http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh